sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Copa das Confederações

Dilma vê obrigação de o Brasil vencer dentro e fora de campo
Segundo a presidente, 'vencer a Copa das Confederações dentro de campo é uma missão'
A presidente diz que o Brasil tem responsabilidades também fora de campo durante as competições
"Todos nós estamos cientes de que teremos dupla responsabilidade: a primeira é apresentar nos gramados o futebol bonito que honre a tradição brasileira. Para nós, vencer a Copa das Confederações dentro de campo é uma missão", discursou Dilma. "Também temos a obrigação de vencê-la também fora de campo."
Dilma ainda comentou que, pela excelência dos estádios, pela organização do evento e pela acolhida "alegre" que o País dará a todas as seleções participantes e seus torcedores, o Brasil fará "um grande espetáculo esportivo". Ela aproveitou para saudar os novos comandantes da seleção brasileira, o técnico Luiz Felipe Scolari e o coordenador Carlos Alberto Parreira, que estavam presentes no evento.
"Vamos mostrar em junho de 2013 que o Brasil tem todas as condições de fazer a Copa de 2014", disse a presidente. "O Brasil não tem uma cultura de preconceitos e nem tão pouco de exclusão. O País preza pelos direitos humanos e a Copa de 2014 será a mais organizada e alegre competição de todos os tempos", finalizou.
Depois de fazer seu discurso, Dilma acompanhou o sorteio ao lado do presidente da Fifa, Joseph Blatter, e do presidente da CBF, José Maria Marin. E viu que o Brasil caiu no mesmo grupo de Japão, México e Itália - a outra chave do torneio ficou com Espanha, Uruguai, Taiti e o campeão africano a ser definido em fevereiro.


Brasil e Japão abrem a Copa das Confederações em Brasília
Itália e México completam o grupo A; no B estão Espanha, Uruguai, Taiti e o campeão africano

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